Hoje é mesversário do meu pequeno! Parece até que sabia que hoje era um dia diferente pois resolveu acordar as 4 da manhã. Para ele meu feliz aniversario e meu desejo que ele seja sempre muito feliz e saudável. Mamãe te ama.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
3 is a magic number
Amanhã o Henrique completa 4 meses e eu estou bastante curiosa para saber o que esse próximo mês me espera no que se refere às descobertas do meu pequeno.
O terceiro mês foi bárbaro. Definitivamente 3 is a magic number, como já diziam o pessoal do School House Rock. Num passe de mágica o Henrique parou de acordar de madrugada, acabaram-se as cólicas e ele começou a ficar mais acordado e a distribuir sorrisos.
Eu pensei que nunca mais poderia dormir uma noite inteira e isso finalmente está acontecendo. De vez em quando eu tenho até medo de ficar falando muito no assunto para não correr o risco de que isso seja só mais uma fase que vai passar. Sinceramente não sei como eu sobrevivi aos primeiros meses. De uma criança que só dormia ele se transformou (literalmente) num pequeno monstrinho que ou dormia ou chorava. Essas coisas mãe nenhuma conta né? Ou será que contam e eu que nunca prestei atenção? Vai saber... O que eu sei é que agora a promessa que outras mães fazem é "só alegria". Será?
Mas continuando... Impressionante como as crianças fazem coisas sem (necessariamente) ninguém ter ensinado. O Henrique, por exemplo, faz bico quando quer alguma coisa e a gente não faz/dá. Quando chora por manha, o queixo treme (mas não cai uma gota de lágrima). Já quando ele chora de verdade antes dele começar a soluçar (sim soluçar) ele começa com o bico, os olhos enchem de água e ele chora, soluçando. Coisa mais sentida. Quando ele faz côco, ele faz tanta força que fica vermelho pimentão (motivo de boas gargalhadas, minhas, do pai e de outros espectadores). Prefere dormir de bruços e roda o berço inteiro durante a noite. Ele é mais bem humorado logo quando acorda e vai "azedando" durante o decorrer do dia. A noite, antes de dormir, ele arruma uma briga... nessa hora eu e o Thiago chamamos ele carinhosamente de filhote de pitbull. Tudo bem que o Thiago chama ele assim em clara referência a eu ser a pitbull mãe, mas tudo bem.
A cada dia que passa ele cresce mais e fica mais esperto. Já está brincando com seus 2 chocalhos (prefere o de bola) e ontem eu dei para ele o primeiro bichinho de pelúcia, que fez bastante sucesso. No próximo dia 12 de outubro ele vai ganhar mais dois presentes que visam incentivar a coordenação motora e a percepção de mundo dele. Engraçado como eles precisam de tão pouco e a gente fica querendo entupir a criança de coisa. Felizmente meu espírito gastador é super bem treinado e tem me dado pouco trabalho (mas vontade não me falta).
Por falar em espírito gastador, tive que comprar as primeiras roupinhas dele há umas 3 semanas atrás. O guri cresceu tanto que já está usando tamanho G - equivalente a 6-9 meses. Se continuar desse jeito não sei mais o que fazer. Ganhei muitas fraldas M e adivinhem elas não servem mais. Estou com quase 600 fraldas M aqui em casa.... Já consegui trocar algumas por G e XG e vou agora tentar vender as fraldas por um preço mais em conta para poder comprar as fraldas maiores. Fora as que eu dei de presente e doei. Amigas e amigos, muito obrigada! Devo isso tudo a vocês! :)
Mas como tudo não são flores, com os 4 meses vem também o meu retorno ao trabalho. Verdade seja dita: eu já estava de saco cheio de ficar em casa cuidando de menino. Mas ao mesmo tempo me bate uma dor... só de pensar que daqui pra frente ele vai fazer um monte de coisas diferentes e que eu não serei a primeira a ver... Minha babá que é uma sacana disse que possivelmente a primeira palavra do Henrique não vai ser nem ma-ma e nem pa-pa. Vai ser ba-ba. Pode? Descobri que o que eu não fui ciumenta com namorados eu estou sendo com o Henrique. Fico tentando me lembrar que filho a gente cria pro mundo mas tá sendo um processo complicado. Estou me mantendo em rédea curta porque senão a louca que se apossou do meu corpo quando ele nasceu toma conta e ó... sai de baixo.
Então por agora é só. Deixa eu aproveitar meus momentos de alforria até ele acordar para a última mamadeira do dia.
O terceiro mês foi bárbaro. Definitivamente 3 is a magic number, como já diziam o pessoal do School House Rock. Num passe de mágica o Henrique parou de acordar de madrugada, acabaram-se as cólicas e ele começou a ficar mais acordado e a distribuir sorrisos.
Eu pensei que nunca mais poderia dormir uma noite inteira e isso finalmente está acontecendo. De vez em quando eu tenho até medo de ficar falando muito no assunto para não correr o risco de que isso seja só mais uma fase que vai passar. Sinceramente não sei como eu sobrevivi aos primeiros meses. De uma criança que só dormia ele se transformou (literalmente) num pequeno monstrinho que ou dormia ou chorava. Essas coisas mãe nenhuma conta né? Ou será que contam e eu que nunca prestei atenção? Vai saber... O que eu sei é que agora a promessa que outras mães fazem é "só alegria". Será?
Mas continuando... Impressionante como as crianças fazem coisas sem (necessariamente) ninguém ter ensinado. O Henrique, por exemplo, faz bico quando quer alguma coisa e a gente não faz/dá. Quando chora por manha, o queixo treme (mas não cai uma gota de lágrima). Já quando ele chora de verdade antes dele começar a soluçar (sim soluçar) ele começa com o bico, os olhos enchem de água e ele chora, soluçando. Coisa mais sentida. Quando ele faz côco, ele faz tanta força que fica vermelho pimentão (motivo de boas gargalhadas, minhas, do pai e de outros espectadores). Prefere dormir de bruços e roda o berço inteiro durante a noite. Ele é mais bem humorado logo quando acorda e vai "azedando" durante o decorrer do dia. A noite, antes de dormir, ele arruma uma briga... nessa hora eu e o Thiago chamamos ele carinhosamente de filhote de pitbull. Tudo bem que o Thiago chama ele assim em clara referência a eu ser a pitbull mãe, mas tudo bem.
A cada dia que passa ele cresce mais e fica mais esperto. Já está brincando com seus 2 chocalhos (prefere o de bola) e ontem eu dei para ele o primeiro bichinho de pelúcia, que fez bastante sucesso. No próximo dia 12 de outubro ele vai ganhar mais dois presentes que visam incentivar a coordenação motora e a percepção de mundo dele. Engraçado como eles precisam de tão pouco e a gente fica querendo entupir a criança de coisa. Felizmente meu espírito gastador é super bem treinado e tem me dado pouco trabalho (mas vontade não me falta).
Por falar em espírito gastador, tive que comprar as primeiras roupinhas dele há umas 3 semanas atrás. O guri cresceu tanto que já está usando tamanho G - equivalente a 6-9 meses. Se continuar desse jeito não sei mais o que fazer. Ganhei muitas fraldas M e adivinhem elas não servem mais. Estou com quase 600 fraldas M aqui em casa.... Já consegui trocar algumas por G e XG e vou agora tentar vender as fraldas por um preço mais em conta para poder comprar as fraldas maiores. Fora as que eu dei de presente e doei. Amigas e amigos, muito obrigada! Devo isso tudo a vocês! :)
Mas como tudo não são flores, com os 4 meses vem também o meu retorno ao trabalho. Verdade seja dita: eu já estava de saco cheio de ficar em casa cuidando de menino. Mas ao mesmo tempo me bate uma dor... só de pensar que daqui pra frente ele vai fazer um monte de coisas diferentes e que eu não serei a primeira a ver... Minha babá que é uma sacana disse que possivelmente a primeira palavra do Henrique não vai ser nem ma-ma e nem pa-pa. Vai ser ba-ba. Pode? Descobri que o que eu não fui ciumenta com namorados eu estou sendo com o Henrique. Fico tentando me lembrar que filho a gente cria pro mundo mas tá sendo um processo complicado. Estou me mantendo em rédea curta porque senão a louca que se apossou do meu corpo quando ele nasceu toma conta e ó... sai de baixo.
Então por agora é só. Deixa eu aproveitar meus momentos de alforria até ele acordar para a última mamadeira do dia.
domingo, 22 de julho de 2012
Sumiço
Estou meio sumida daqui.... Tanta coisa nova, tanta mudança em tão pouco tempo... Mas vou dizer uma coisa. Saudades de poder dormir uma noite inteira, sem interrupções. Aff!
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Nascimento
E não é que meu pequeno foi apressadinho e nasceu 45 dias antes?
Pois é...estava eu na casa da minha prima, descansando e comecei a me sentir estranha. De início foram minhas vistas. Um monte de "lombriguinhas" (tem um nome todo complicado que eu não me lembro agora) apareceram. Dor nas costas e uma dor de barriga terrível. Como no dia anterior eu tive uma certa diarréia, imaginei que era alguma coisa que eu comi; Só que a dor foi aumentando... o incomodo foi piorando... e eu fiquei preocupada. Minha prima foi categórica: vai pro hospital e liga pro seu obstetra. Liguei para o Giovani e ele também mandou eu ir para o hospital. Confusões a parte (Rua Rio Grande do Norte fechada, nos perdemos no Mangabeiras), demoramos a chegar no hospital e meu médico liga para mim me perguntando onde eu estava. Dois minutos de conversa e ele lasca que eu tô com voz de quem está em trabalho de parto....oi?
Cheguei no hospital e a médica do plantão também vira e fala que eu tava com cara de quem estava em trabalho de parto...oi?
No final das contas eu estava em trabalho de parto. Sem dilatação, sem sangramento e sem que minha bolsa tivesse estourado. Meu médico ficou preocupado que eu tivesse descolamento da placenta (que acabaria em morte do bebê se ocorresse de verdade) e resolveu adiantar o parto. E ai o Henrique nasceu às 20h01 do dia 3 de junho, domingo. Nasceu geminiano como minha mãe, 45 dias antes da data em que completaria 40 semanas, com supostos 51cm e 2,450kg. Pela pressa teve que ir para a UTI e passou 7 dias lá. Foi entubado por ter nascido com uma tal de Membrana Hialina, tomou várias injeções, remédios e banho de luz para curar uma icterícia. Tive autorização para pegá-lo no colo somente 4 dias depois dele ter nascido, mas o pior foi ter recebido alta antes dele. Entrei no hospital com ele na barriga e sai sem nada, apenas com o número do "leito" que ele ocupava no hospital, B02. A sensação que eu tinha é que estava num sonho...Será que eu tinha ficado grávida mesmo? Será que eu tinha realmente tido um filho? Foi um tanto surreal.
Nessa brincadeira eu apelei com a psicóloga do hospital (se ela queria uma prova de que eu estava histérica, ela teve... e mais para homicida do que para suicida) e vivi uma das piores experiências da minha vida: passar 12 horas diárias dentro de um lugar cheio de aparelhos, bebês recém nascidos chorando e em pé. No final do dia eu estava moida. Felizmente o Thiago ficou todo o tempo ao meu lado. Choramos, nos emocionamos com as vitórias do nosso pequeno e, de uma certa forma, reforçamos os laços que nos uniu. Foi uma sorte estar em Bh e mais ainda ter escolhido o Vila da Serra como o hospital do parto. Meu filho foi bem cuidado e hoje, está aqui, dormindo ao meu lado enquanto eu escrevo esse post.
E olha...do estranhamento inicial (posso pegar? claro que pode! ele é seu!) aos primeiros dias (e noites) com ele realmente do nosso lado eu posso dizer. Me encanta ver que esse pacotinho de gente já esteve se esticando dentro de mim. Me encanta ver que ele tem o queixo do pai e o meu nariz. Me encanta ver como ele tem ficado mais alerta a cada dia que passa e como ele busca minha voz quando eu falo com ele e não estou por perto. Me encanta ver o quanto ele se sente confortável quando eu coloco ele para dormir no meu peito. É surpreendente como que duas células que se encontraram foram capazes de se transformar num ser humano que respira, ri, chora, reclama da vida, faz xixi e, benzodeus, côco como gente grande. De uma certa forma é surreal essa história toda.
E vou falar: estou muito feliz com meu pequeno. Ainda estou me habituando a essa nova vida (depois falo mais sobre isso), mas só de pensar que ele poderia não existir me tira o ar e me dói o peito. Acho que é amor. Do tal tipo incondicional que tanta gente fala.
Pois é...estava eu na casa da minha prima, descansando e comecei a me sentir estranha. De início foram minhas vistas. Um monte de "lombriguinhas" (tem um nome todo complicado que eu não me lembro agora) apareceram. Dor nas costas e uma dor de barriga terrível. Como no dia anterior eu tive uma certa diarréia, imaginei que era alguma coisa que eu comi; Só que a dor foi aumentando... o incomodo foi piorando... e eu fiquei preocupada. Minha prima foi categórica: vai pro hospital e liga pro seu obstetra. Liguei para o Giovani e ele também mandou eu ir para o hospital. Confusões a parte (Rua Rio Grande do Norte fechada, nos perdemos no Mangabeiras), demoramos a chegar no hospital e meu médico liga para mim me perguntando onde eu estava. Dois minutos de conversa e ele lasca que eu tô com voz de quem está em trabalho de parto....oi?
Cheguei no hospital e a médica do plantão também vira e fala que eu tava com cara de quem estava em trabalho de parto...oi?
No final das contas eu estava em trabalho de parto. Sem dilatação, sem sangramento e sem que minha bolsa tivesse estourado. Meu médico ficou preocupado que eu tivesse descolamento da placenta (que acabaria em morte do bebê se ocorresse de verdade) e resolveu adiantar o parto. E ai o Henrique nasceu às 20h01 do dia 3 de junho, domingo. Nasceu geminiano como minha mãe, 45 dias antes da data em que completaria 40 semanas, com supostos 51cm e 2,450kg. Pela pressa teve que ir para a UTI e passou 7 dias lá. Foi entubado por ter nascido com uma tal de Membrana Hialina, tomou várias injeções, remédios e banho de luz para curar uma icterícia. Tive autorização para pegá-lo no colo somente 4 dias depois dele ter nascido, mas o pior foi ter recebido alta antes dele. Entrei no hospital com ele na barriga e sai sem nada, apenas com o número do "leito" que ele ocupava no hospital, B02. A sensação que eu tinha é que estava num sonho...Será que eu tinha ficado grávida mesmo? Será que eu tinha realmente tido um filho? Foi um tanto surreal.
Nessa brincadeira eu apelei com a psicóloga do hospital (se ela queria uma prova de que eu estava histérica, ela teve... e mais para homicida do que para suicida) e vivi uma das piores experiências da minha vida: passar 12 horas diárias dentro de um lugar cheio de aparelhos, bebês recém nascidos chorando e em pé. No final do dia eu estava moida. Felizmente o Thiago ficou todo o tempo ao meu lado. Choramos, nos emocionamos com as vitórias do nosso pequeno e, de uma certa forma, reforçamos os laços que nos uniu. Foi uma sorte estar em Bh e mais ainda ter escolhido o Vila da Serra como o hospital do parto. Meu filho foi bem cuidado e hoje, está aqui, dormindo ao meu lado enquanto eu escrevo esse post.
E olha...do estranhamento inicial (posso pegar? claro que pode! ele é seu!) aos primeiros dias (e noites) com ele realmente do nosso lado eu posso dizer. Me encanta ver que esse pacotinho de gente já esteve se esticando dentro de mim. Me encanta ver que ele tem o queixo do pai e o meu nariz. Me encanta ver como ele tem ficado mais alerta a cada dia que passa e como ele busca minha voz quando eu falo com ele e não estou por perto. Me encanta ver o quanto ele se sente confortável quando eu coloco ele para dormir no meu peito. É surpreendente como que duas células que se encontraram foram capazes de se transformar num ser humano que respira, ri, chora, reclama da vida, faz xixi e, benzodeus, côco como gente grande. De uma certa forma é surreal essa história toda.
E vou falar: estou muito feliz com meu pequeno. Ainda estou me habituando a essa nova vida (depois falo mais sobre isso), mas só de pensar que ele poderia não existir me tira o ar e me dói o peito. Acho que é amor. Do tal tipo incondicional que tanta gente fala.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Love of my life
You are my sunshine
My only sunshine
You make me happy when skies are grey
You'll never know dear
How much I love you
Please don't take my sunshine away
My only sunshine
You make me happy when skies are grey
You'll never know dear
How much I love you
Please don't take my sunshine away
domingo, 27 de maio de 2012
Como é grande o meu amor por você....
Nessa última semana fiz um novo ultrassom. Henrique tem oficialmente 33 semanas, mas neste exame apontou que ele tem um fêmur de um bebê de 35 semanas, uma cabecinha de 37 e na média, portanto, seria um bebê com 35 semanas. E tá magrinho! 2,400kg! Magrelo!
Nesta terça eu vou para Bh e de lá só volto para Paracatu com meu pequeno nos braços! É estranho pensar que hoje e amanhã serão meus últimos dias nesta casa como ser livre, leve e solto e, principalmente, que essa casa não será mais uma casa de duas pessoas e sim de três! Olho para minha barriga e me pergunto se sentirei falta das dores, do peso extra e da dificuldade em me movimentar. Ainda não sei. A impressão que eu tenho é que passou tudo rápido demais... E o engraçado é que eu sempre achei que 9 meses eram tempo demais...
Fiz minhas malas e a do Henrique. Ainda falta comprar alguns itens de limpeza que eu vou deixar para comprar em Bh mesmo e com supervisão da minha prima. Falta a banheira para os banhos, a bolsa maternidade e o berço portátil (que já foi comprado, mas apresentou defeito e tivemos que trocar). Falta também o bebê conforto, que deve ser o mesmo do Gabriel. Faltam alguns brinquedos para deixar o quarto mais com cara de berçário... No mais todos os chás de bebês e fraldas foram suficientes para conseguirmos muitas roupinhas, fraldas e acessórios que serão úteis nesses primeiros meses de vida do meu pequeno.
Quando me despedi hoje do Thiago (ele já está a caminho de Bh... Amanhã tem um curso de fotografias que ele já estava de olho a tempos), eu senti um frio na barriga pelas mudanças que ainda estão por vir. Mal ele entrou no carro eu comecei a sentir saudades e de uma única coisa eu tenho certeza. Nao consigo mais imaginar minha vida sem ele nela. Engraçado como as coisas são! Em alguns dias nossa família estará aumentando (ou seria melhor dizer que estará sendo definitivamente construída?)e eu acho que eu nunca fui tão feliz quanto estou sendo nesses últimos tempos. E sou feliz até quando me sinto um pouquinho infeliz, já que nós também brigamos e fazemos as pazes. E não consigo imaginar que possa ser de outro jeito. E que bom que demorou tanto pra gente se encontrar porque se fosse diferente talvez não conseguiriamos valorizar o que temos hoje.
E no final das contas esse post acabou sendo para o Thiago. E pelo amor que eu sinto por ele. E pela saudade que eu sinto sempre que ficamos longe, mesmo que por pouco tempo. Obrigada meu amor por tudo que temos vivido desde que nos conhecemos e por tudo que ainda vamos viver como família. Amo você. Hoje, sempre e mais.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
30 semanas... 10 to go!
Ontem eu completei 30 semanas. A barriga tem aumentado consideravelmente nessas últimas semanas, assim como meus peitos, bunda e rosto. Aposentei o uso da aliança pois tenho intercalado períodos de inchaço e de muito inchaço.... Estou bem perto de perder as últimas roupas que ainda me servem e ainda faltam 10 semanas... Nesse ritmo vai ser complicado manter uma vida razoavelmente ativa até o final da gravidez.
Daqui a 3 semanas eu vou para Bh e fico lá até o dia do parto. A principio está tudo marcado para o dia 8 de julho. O bichinho vai ser canceriano e tá ai mais uma prova de que filho pode transformar a vida de uma pessoa. Eu, June Cristhy, vou ter um filho apegado a família e carente. Hehehehehe quem disse ai que Deus não tem senso de humor?
A cada dia que passa minha curiosidade aumenta. Será que ele vai ser loirinho que nem o pai? Será que vai ter o nariz batatinha que nem a mãe? será que vai ser muito agitado ou preguiçoso? Mas uma das coisas que mais tem ocupado a minha mente ultimamente é, será que eu vou ter muitas dificuldades em cuidar dele?
O que mais eu tenho ouvido nesses últimos meses é que filho dá trabalho. Dá uai, e ai? Qual é a novidade? Ou será que as pessoas acham que eu penso que cuidar de um filho é que nem brincar de boneca? Outra coisa que eu tenho percebido é que tem aquele grupo do "ah! Você vai ver!". Quando escuto isso parece que estão me rogando uma praga... Assim... Eu nao tenho ilusões de que cuidar de um bebê que não fala e só come, caga e chora não deve ser a coisa mais simples do mundo, mas também não é nada que precise de um diploma em física quântica aplicada, né não? O negócio, na minha opinião, é pegar o jeito. Pode ser que nesse processo o Henrique tome uns banhos meia boca, que eu gaste mais fralda que precise ou até mesmo que eu visite o pediatra mais vezes do que o necessário.... Mas... Isso tem problema? Ou eu serei a única mãe do mundo que quando estrear nesse papel fará bobagem?
Olha... Eu acho que difícil mesmo é cuidar de uma criança num mundo que aparenta estar sofrendo uma terrível inversão de valores. Difícil é não saber se os meus futuros esforços em torná-lo um homem de bem serão suficientes. Difícil é não saber o que está por vir e não saber se poderei, ao menos, dar o meu ombro como apoio se um dia ele precisar. Fralda, noite sem dormir, dor de barriga... Não deve ser fácil, mas dai a ser esse bicho de sete cabeças que estão me pintando... Sei não viu....
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Acontecimentos da semana... update!
Então! Nova consulta nessa semana, novidades em relação ao Henrique o que significa que eu preciso escrever! Na verdade esse post vai ser um pouco de desabafo também...
Desde que descobri que estou grávida eu procurei ir ao ginecologista e cumprir com todas as determinações médicas. Tomei tantos comprimidos que já perdi a conta. Fiz todos os exames de sangue e ultrasonografias solicitadas (e até repeti uma ou outra por conta própria só para ter certeza). E vou religiosamente às minhas consultas. Posso dizer que sou privilegiada pois tenho um plano de saúde completo, com abrangência nacional e ainda um benefício da empresa para quem faz uso de medicamento contínuo. Meu desembolso até agora foi mínimo no que se refere a essa parte da gravidez e acho que é por isso que fico mais puta com o que aconteceu...
Quando decidi que faria meu parto em Bh foi pensando em duas questões: a primeira e mais importante era a garantia de um hospital com infraestrutura adequada para que meu parto transcorrece da melhor maneira possível. Outra era a questão de nascer na minha cidade natal (bairrista, eu sei). Quando fui me consultar com meu ginecologista (da época de adolescente em BH) levei todos os meus vários exames feitos, inclusive os cardíacos. Ele olhou as anotações feitas pela minha médica daqui e, em determinado momento, solicitou que eu mostrasse os exames feitos numa determinada data. Entreguei o material (o ultrasom morfológico que eu comentei num post anterior), ele olhou, olhou e me deu as boas novas. De acordo com ele o exame estava incompleto, quer dizer, eu fiz o exame certo, na epoca certa, mas por algum motivo que eu desconheço, a médica não fez todas as observações necessárias. No final, um exame que deveria durar entre 1h30 e 2h durou apenas 20 minutos. Fiquei olhando para a cara do médico meio em estado de choque...Mas se eu esperava que fosse essa a única surpresa desagradável... not really.
Após avaliar todos os meus exames ele pediu que eu fosse fazer o exame clínico. Fui lá, troquei de roupa e deitei na maca. Ai veio a pergunta "o que você está fazendo de calcinha?". Tipo... lógico que eu sei que exame ginecológico não dá para ser feito de calcinha, mas desde que eu engravidei a médica não fez nenhum exame interno, apenas aferiu minha pressão e ouviu os batimentos cardíacos do bebê. Ele ficou lá me olhando, riu da minha cara e mandou eu tirar a calcinha. Depois conversando com minha prima, que é médica, ela disse que esse é um exame essencial durante a gravidez. E por ele que se verifica se existe alguma infecção, machucado ou mesmo algo errado com o útero. No final das contas só posso dizer que me senti revoltada e enganada. Fico pensando em todas as pessoas que não sabem o que esperar de um exame clínico durante a gravidez, que não podem buscar médicos e clínicas fora daqui e que ficam reféns de um sistema de saúde que se não é falido está caminhando a passos largos para isso. Vejo colegas de trabalho criticarem o plano, mas o problema não é o plano e sim os profissionais que estão cadastrados neste plano. O problema é muito mais complexo e confesso, evito até pensar no assunto para não sair correndo dessa cidade. Tento me convencer que se tantas crianças já foram criadas aqui, o Henrique poderá ter uma vida saudável por aqui... Crianças adoecem, isso é fato, meu medo é de como ele será tratado por esses ditos profissionais da saúde".
Não tenho resposta para essas dúvidas, mas cada dia que passa reforça minha teoria de que meus dias de paz e tranquilidade ficaram no passado. De agora em diante minha vida será cheia de dúvidas e preocupações, e por coisas que fogem totalmente ao meu controle. Ah! Vocês não tem ideia do que isso significa para mim... nenhuma ideia...
Desde que descobri que estou grávida eu procurei ir ao ginecologista e cumprir com todas as determinações médicas. Tomei tantos comprimidos que já perdi a conta. Fiz todos os exames de sangue e ultrasonografias solicitadas (e até repeti uma ou outra por conta própria só para ter certeza). E vou religiosamente às minhas consultas. Posso dizer que sou privilegiada pois tenho um plano de saúde completo, com abrangência nacional e ainda um benefício da empresa para quem faz uso de medicamento contínuo. Meu desembolso até agora foi mínimo no que se refere a essa parte da gravidez e acho que é por isso que fico mais puta com o que aconteceu...
Quando decidi que faria meu parto em Bh foi pensando em duas questões: a primeira e mais importante era a garantia de um hospital com infraestrutura adequada para que meu parto transcorrece da melhor maneira possível. Outra era a questão de nascer na minha cidade natal (bairrista, eu sei). Quando fui me consultar com meu ginecologista (da época de adolescente em BH) levei todos os meus vários exames feitos, inclusive os cardíacos. Ele olhou as anotações feitas pela minha médica daqui e, em determinado momento, solicitou que eu mostrasse os exames feitos numa determinada data. Entreguei o material (o ultrasom morfológico que eu comentei num post anterior), ele olhou, olhou e me deu as boas novas. De acordo com ele o exame estava incompleto, quer dizer, eu fiz o exame certo, na epoca certa, mas por algum motivo que eu desconheço, a médica não fez todas as observações necessárias. No final, um exame que deveria durar entre 1h30 e 2h durou apenas 20 minutos. Fiquei olhando para a cara do médico meio em estado de choque...Mas se eu esperava que fosse essa a única surpresa desagradável... not really.
Após avaliar todos os meus exames ele pediu que eu fosse fazer o exame clínico. Fui lá, troquei de roupa e deitei na maca. Ai veio a pergunta "o que você está fazendo de calcinha?". Tipo... lógico que eu sei que exame ginecológico não dá para ser feito de calcinha, mas desde que eu engravidei a médica não fez nenhum exame interno, apenas aferiu minha pressão e ouviu os batimentos cardíacos do bebê. Ele ficou lá me olhando, riu da minha cara e mandou eu tirar a calcinha. Depois conversando com minha prima, que é médica, ela disse que esse é um exame essencial durante a gravidez. E por ele que se verifica se existe alguma infecção, machucado ou mesmo algo errado com o útero. No final das contas só posso dizer que me senti revoltada e enganada. Fico pensando em todas as pessoas que não sabem o que esperar de um exame clínico durante a gravidez, que não podem buscar médicos e clínicas fora daqui e que ficam reféns de um sistema de saúde que se não é falido está caminhando a passos largos para isso. Vejo colegas de trabalho criticarem o plano, mas o problema não é o plano e sim os profissionais que estão cadastrados neste plano. O problema é muito mais complexo e confesso, evito até pensar no assunto para não sair correndo dessa cidade. Tento me convencer que se tantas crianças já foram criadas aqui, o Henrique poderá ter uma vida saudável por aqui... Crianças adoecem, isso é fato, meu medo é de como ele será tratado por esses ditos profissionais da saúde".
Não tenho resposta para essas dúvidas, mas cada dia que passa reforça minha teoria de que meus dias de paz e tranquilidade ficaram no passado. De agora em diante minha vida será cheia de dúvidas e preocupações, e por coisas que fogem totalmente ao meu controle. Ah! Vocês não tem ideia do que isso significa para mim... nenhuma ideia...
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Substitute for love
Algumas coisas estão começando a fazer sentido...Vejam a situação. Dois dias atrás Henrique estava enlouquecido dentro da minha barriga. Chutava e rodopiava e quem mais sofreu nessa foi minha bexiga. A imagem que eu tenho é que ele devia pisar em cima dela e a pobre ficava lá tentando segurar o xixi, mas sem muito sucesso. Nunca fui tanto ao banheiro em um único dia. Enlouquecedor. Isso durou o dia todo, inclusive adentrando a noite. Resultado? Acordei as 4 da manhã, com ele agitadissimo. 6 horas da manhã estava eu, entregando os pontos e indo me arrumar para o trabalho. E o sono lá, super presente durante todo o resto do dia.
Ontem e hoje ele resolveu se aquietar. E ao invés de feliz pelo descanso que ele está me dando o sentimento que tenho dentro do peito é angústia! Quer dizer... mesmo quando ele não me incomoda eu me sinto incomodada!!! Fico o tempo inteiro pensando "por que diabos esse menino resolveu ficar quieto? será que está tudo bem? será que tem alguma coisa errada acontecendo?". Estou me segurando para não sair em disparada para um médico e pedir um ultrasom. De vez em quando ele me dá um chutinho e eu respiro aliviada, mas os momentos de tranquilidade estão me deixando maluca.
E ai eu tenho aquela triste constatação de que meus dias de pessoa normal se acacabaram. Estou fadada a viver o resto dos meus dias em permanente paranóia. E percebo o quão ironica é a vida e como a vingança é um prato que se come frio... Estou falando de todas as vezes que ri de mães que comentavam se angustiar com o silêncio e a quietude de seus filhos pensando comigo mesma "loucas".
O que me tranquiliza é que, assim como um belo dia na minha adolescência eu decidi que não sentiria mais ciúmes eu espero conseguir manter um mínimo de sanidade e, por que não, dignidade nessa relação com o Henrique. Já pensou o quanto ele será infeliz se eu não me controlar? Já pensou no ser insuportável que eu irei criar? Porque venhamos e convenhamos... se essa loucura vai me fazer mal imagina para ele! Era só o que me faltava criar um "filhinho da mamãe". A vida não pode ser tão cruel assim comigo...
Para não atrair um "bad Karma" resolvi escrever isso aqui e pedir desculpas a todas as mães, próximas, distantes, amigas ou apenas conhecidas que eu em algum momento da minha vida zuei. DESCULPEM-ME! Apesar de continuar achando que se trata de exagero e que no fundo é tudo loucura de uma mente perturbada, eu hoje me uno a vocês e entendo que o negócio não é consciente mesmo, é maior do que a gente e quase impossível de se controlar. E que estou aqui na torcida para que o Henrique me chute de novo logo para que eu não me renda a ideia de sair correndo procurando por um ultrasom.
Ontem e hoje ele resolveu se aquietar. E ao invés de feliz pelo descanso que ele está me dando o sentimento que tenho dentro do peito é angústia! Quer dizer... mesmo quando ele não me incomoda eu me sinto incomodada!!! Fico o tempo inteiro pensando "por que diabos esse menino resolveu ficar quieto? será que está tudo bem? será que tem alguma coisa errada acontecendo?". Estou me segurando para não sair em disparada para um médico e pedir um ultrasom. De vez em quando ele me dá um chutinho e eu respiro aliviada, mas os momentos de tranquilidade estão me deixando maluca.
E ai eu tenho aquela triste constatação de que meus dias de pessoa normal se acacabaram. Estou fadada a viver o resto dos meus dias em permanente paranóia. E percebo o quão ironica é a vida e como a vingança é um prato que se come frio... Estou falando de todas as vezes que ri de mães que comentavam se angustiar com o silêncio e a quietude de seus filhos pensando comigo mesma "loucas".
O que me tranquiliza é que, assim como um belo dia na minha adolescência eu decidi que não sentiria mais ciúmes eu espero conseguir manter um mínimo de sanidade e, por que não, dignidade nessa relação com o Henrique. Já pensou o quanto ele será infeliz se eu não me controlar? Já pensou no ser insuportável que eu irei criar? Porque venhamos e convenhamos... se essa loucura vai me fazer mal imagina para ele! Era só o que me faltava criar um "filhinho da mamãe". A vida não pode ser tão cruel assim comigo...
Para não atrair um "bad Karma" resolvi escrever isso aqui e pedir desculpas a todas as mães, próximas, distantes, amigas ou apenas conhecidas que eu em algum momento da minha vida zuei. DESCULPEM-ME! Apesar de continuar achando que se trata de exagero e que no fundo é tudo loucura de uma mente perturbada, eu hoje me uno a vocês e entendo que o negócio não é consciente mesmo, é maior do que a gente e quase impossível de se controlar. E que estou aqui na torcida para que o Henrique me chute de novo logo para que eu não me renda a ideia de sair correndo procurando por um ultrasom.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Boys don't cry
Estive pensando nesses últimos dias que, apesar de nunca ter me imaginado mãe, eu nunca me imaginei mãe de um menino.
Tem toda aquela questão do custo ser menor, que se encaixa perfeitamente bem com o escorpião que eu crio dentro de cada um dos meus bolsos, mas uma menina é meio que criar uma igual, parece ser mais simples que criar um menino no final das contas.
Não tenho nenhuma predileção pelo sexo da criança e meio que desde o início eu já me referia ao bebê como ele (e não apenas porque bebê é uma palavra de gênero masculino). Mas como mulher eu já sei um pouco sobre o que vem pela frente mas um menino... Muitas surpresas a caminho.
Vamos às minhas considerações. Eu sempre tive cá comigo que a "culpa" dos homens serem como são se deve às mães. Como filha caçula com dois irmãos eu fui bem paparicada e protegida, mas quando cheguei na idade de exigir os direitos iguais (meus irmãos podiam dormir com as namoradas em casa e eu queria o mesmo direito) minha mãe teve um certo colapso nervoso. Quer dizer, ela privilegiava meus irmãos apenas por serem homens. Nada justo.
Outra coisa é a tal bagunça. Homem é bagunceiro porque tem a mãe para arrumar a bagunça deles. Meus irmãos deixavam um rastro pela casa quando chegavam: sapatos na sala, meias no corredor, camisa em cima da televisão... Como menina era esperado que eu fosse caprichosa e meu quarto fosse organizado, limpo e cheiroso.
Outra coisa... como mulher e mineira eu fui criada para ser uma menina séria. Meus irmãos aprontavam todas! Cada dia com uma "namorada" diferente. Vai me dizer que isso não é um comportamento que os pais, se não estimulam, fazem "vistas grossas"? Imagina se eu aparecesse cada dia com um "namorado" diferente em casa? Ia ser o princípio do fim do mundo para minha mãe.
E olha que minha mãe era uma pessoa estudada, inteligente, moderna, muito a frente do tempo dela. Mas ela meio que perpetuou a criação que ela teve: menino pode e menina não pode.
Eu espero não pagar língua. Espero conseguir colocar meu filho na linha. Espero ensiná-lo que o sofá da sala não é lugar para cueca e meia e nem os tênis vão andar sozinhos até o armário. Espero ensiná-lo que lavar um copo sujo não irá fazer com que o braço dele caia e que toalha molhada deve ser pendurada e não deixada para apodrecer em cima da cama. Mas principalmente eu espero conseguir ensinar ao meu filho que ele seja respeitoso de uma forma geral e que a gente pega ônibus e não mulher. Pode parecer antiquado, e talvez até seja, mas é que eu passei por situações e tenho visto amigas e conhecidas passarem por situações com homens que eu fico me perguntando se as mães desses indivíduos ficariam satisfeitas se soubessem o que está acontecendo... Se eu ficaria satisfeita sabendo que meu filho está se comportando assim. Não quero que ele seja bobo, mas seja correto. Nem santo, mas honrado. Com homens e mulheres, amigos e amigas, enfim... que seja um ser humano respeitável. E que não fique pensando que pode fazer o que bem entender só porque nasceu menino.
Não sei o quanto alguns comportamentos são "genéticos" ou "aprendizado". Só espero não fazer vistas grossas para comportamentos que eu considero inadequados. Não quero ser o tipo de mãe que passa a mão na cabeça e cria, literalmente, monstrinhos. Espero de verdade que eu consiga agir conforme penso e falo, a partir das ideias que considero corretas.
Acho que a responsabilidade de ser mãe está começando a apertar....
Tem toda aquela questão do custo ser menor, que se encaixa perfeitamente bem com o escorpião que eu crio dentro de cada um dos meus bolsos, mas uma menina é meio que criar uma igual, parece ser mais simples que criar um menino no final das contas.
Não tenho nenhuma predileção pelo sexo da criança e meio que desde o início eu já me referia ao bebê como ele (e não apenas porque bebê é uma palavra de gênero masculino). Mas como mulher eu já sei um pouco sobre o que vem pela frente mas um menino... Muitas surpresas a caminho.
Vamos às minhas considerações. Eu sempre tive cá comigo que a "culpa" dos homens serem como são se deve às mães. Como filha caçula com dois irmãos eu fui bem paparicada e protegida, mas quando cheguei na idade de exigir os direitos iguais (meus irmãos podiam dormir com as namoradas em casa e eu queria o mesmo direito) minha mãe teve um certo colapso nervoso. Quer dizer, ela privilegiava meus irmãos apenas por serem homens. Nada justo.
Outra coisa é a tal bagunça. Homem é bagunceiro porque tem a mãe para arrumar a bagunça deles. Meus irmãos deixavam um rastro pela casa quando chegavam: sapatos na sala, meias no corredor, camisa em cima da televisão... Como menina era esperado que eu fosse caprichosa e meu quarto fosse organizado, limpo e cheiroso.
Outra coisa... como mulher e mineira eu fui criada para ser uma menina séria. Meus irmãos aprontavam todas! Cada dia com uma "namorada" diferente. Vai me dizer que isso não é um comportamento que os pais, se não estimulam, fazem "vistas grossas"? Imagina se eu aparecesse cada dia com um "namorado" diferente em casa? Ia ser o princípio do fim do mundo para minha mãe.
E olha que minha mãe era uma pessoa estudada, inteligente, moderna, muito a frente do tempo dela. Mas ela meio que perpetuou a criação que ela teve: menino pode e menina não pode.
Eu espero não pagar língua. Espero conseguir colocar meu filho na linha. Espero ensiná-lo que o sofá da sala não é lugar para cueca e meia e nem os tênis vão andar sozinhos até o armário. Espero ensiná-lo que lavar um copo sujo não irá fazer com que o braço dele caia e que toalha molhada deve ser pendurada e não deixada para apodrecer em cima da cama. Mas principalmente eu espero conseguir ensinar ao meu filho que ele seja respeitoso de uma forma geral e que a gente pega ônibus e não mulher. Pode parecer antiquado, e talvez até seja, mas é que eu passei por situações e tenho visto amigas e conhecidas passarem por situações com homens que eu fico me perguntando se as mães desses indivíduos ficariam satisfeitas se soubessem o que está acontecendo... Se eu ficaria satisfeita sabendo que meu filho está se comportando assim. Não quero que ele seja bobo, mas seja correto. Nem santo, mas honrado. Com homens e mulheres, amigos e amigas, enfim... que seja um ser humano respeitável. E que não fique pensando que pode fazer o que bem entender só porque nasceu menino.
Não sei o quanto alguns comportamentos são "genéticos" ou "aprendizado". Só espero não fazer vistas grossas para comportamentos que eu considero inadequados. Não quero ser o tipo de mãe que passa a mão na cabeça e cria, literalmente, monstrinhos. Espero de verdade que eu consiga agir conforme penso e falo, a partir das ideias que considero corretas.
Acho que a responsabilidade de ser mãe está começando a apertar....
segunda-feira, 5 de março de 2012
Ultrasom
Voltei com algumas novidades...
Hoje eu fiz o ultrasom morfológico que nada mais é que um ultrasom para avaliar a anatomia do bebê. Henrique estava assim, como posso dizer, agitado. Mas o mais engraçado é que durante o exame eu não sentia nada. Ele virava, mexia e eu lá, pensando comigo mesma que ser grande tem suas vantagens já que posso oferecer acomodação 5 estrelas para o pequeno. Deu tudo certo no resultado do exame, bebê está saudável e com 21 semanas.
Mais tarde, depois do almoço, eu resolvi dar uma deitadinha de leve no sofá que tem na sala onde eu trabalho. Estando lá, deitada, reparo que minha barriga deu aquela movimentada e... eu senti! Senti Henrique se revirando lá dentro! Foi meio como se estivessem fazendo cócegas pelo lado de dentro... Cool!
Outra novidade boa é que o meu médico de sempre, Dr. Giovanni mantém seu consultório no Hospital Vila da Serra que é meio que uma referência (ou pelo menos era no meu tempo de BH) em saúde da criança e da mulher em Belo Horizonte!Quer dizer meninos e meninas que meus planos de ter meu filhote em BH estão caminhando para se realizar! Mentira. Vai ser Novalimense que é para voltar as origens da família. #Tudogenteboa. E melhor, com um médico que eu gosto e confio e em um hospital que oferece todos os recursos para mim e para ele! Eba!
Este é o Henrique!! :)
Hoje eu fiz o ultrasom morfológico que nada mais é que um ultrasom para avaliar a anatomia do bebê. Henrique estava assim, como posso dizer, agitado. Mas o mais engraçado é que durante o exame eu não sentia nada. Ele virava, mexia e eu lá, pensando comigo mesma que ser grande tem suas vantagens já que posso oferecer acomodação 5 estrelas para o pequeno. Deu tudo certo no resultado do exame, bebê está saudável e com 21 semanas.
Mais tarde, depois do almoço, eu resolvi dar uma deitadinha de leve no sofá que tem na sala onde eu trabalho. Estando lá, deitada, reparo que minha barriga deu aquela movimentada e... eu senti! Senti Henrique se revirando lá dentro! Foi meio como se estivessem fazendo cócegas pelo lado de dentro... Cool!
Outra novidade boa é que o meu médico de sempre, Dr. Giovanni mantém seu consultório no Hospital Vila da Serra que é meio que uma referência (ou pelo menos era no meu tempo de BH) em saúde da criança e da mulher em Belo Horizonte!
Este é o Henrique!! :)
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Verdades e Mentiras
Então né? Bora continuar a saga da minha gravidez??
Eu nunca fui lá a pessoa mais romântica do mundo, né? Sempre acreditei que a melhor descrição da gravidez era o filme Alien, o Oitavo Passageiro (um ser estranho que um dia sai do seu corpo, se possível pelo lugar certo e causando menos estrago). Vou dizer que estar grávida me provou que é basicamente isso mesmo.
Vamos aos fatos da vida:
1. Vocês sabiam que gravidez provoca gases? Então minha gente... provocam. E eles saem por todos os lados. Silenciosos ou não, inodoros ou não. Lá estão eles. Nesse momento é que eu percebi o quanto o Thiago me ama e o quanto ele é sacana (afinal de contas se eu posso, ele pode).
2. Pode ser apenas psicológico mas a fome aumenta. A ponto de eu jurar que não era um alien que eu tinha dentro de mim e sim um Gremlin (Gremlin mesmo e não a versao fofa, Mogwai).
3. Ficamos sensíveis. Muito mais sensíveis. Malditos hormônios! Se antes eu me comovia com Lar Doce Lar hoje eu digo que choro de soluçar. Alguns fornecedores com que tenho contato disseram que estou mais fácil de lidar, mais humana... já disse que odeio esses hormônios?
4. O peito cresce e dói (o que aumenta meu pé atrás nessa história de começar a produzir leite... simplesmente não faz sentido). A bunda cresce. A barriga cresce. Mas é claro que tudo cresce nesse primeiro estágio apenas para que as pessoas achem que você está gorda e não grávida. Fui tentar fazer uso da fila preferencial e tive que ficar aguentando aqueles olhares de "a quem você quer enganar". Já falei que a gente fica mais sensível, né?
5. Fila preferencial! taí uma coisa que não é só boa quanto necessária. Se nessas 20 semanas (só faltam mais 20!) de gravidez eu já vejo utilidade na fila, imagina quando eu não estiver mais enxergando meus pezinhos? Ficar sentada o tempo todo me faz ficar inchada, assim como ficar em pé. Quer dizer, a melhor opção é deitada. Só que pobre é o cão, né minha gente? Tem que trabalhar...
Por hoje é só. Contem sempre comigo quando precisarem desmistificar fatos da vida.
PS: Bebê... se um dia você ler isso saiba que mamãe te ama, viu meu gremlinzinho fofo!
Eu nunca fui lá a pessoa mais romântica do mundo, né? Sempre acreditei que a melhor descrição da gravidez era o filme Alien, o Oitavo Passageiro (um ser estranho que um dia sai do seu corpo, se possível pelo lugar certo e causando menos estrago). Vou dizer que estar grávida me provou que é basicamente isso mesmo.
Vamos aos fatos da vida:
1. Vocês sabiam que gravidez provoca gases? Então minha gente... provocam. E eles saem por todos os lados. Silenciosos ou não, inodoros ou não. Lá estão eles. Nesse momento é que eu percebi o quanto o Thiago me ama e o quanto ele é sacana (afinal de contas se eu posso, ele pode).
2. Pode ser apenas psicológico mas a fome aumenta. A ponto de eu jurar que não era um alien que eu tinha dentro de mim e sim um Gremlin (Gremlin mesmo e não a versao fofa, Mogwai).
3. Ficamos sensíveis. Muito mais sensíveis. Malditos hormônios! Se antes eu me comovia com Lar Doce Lar hoje eu digo que choro de soluçar. Alguns fornecedores com que tenho contato disseram que estou mais fácil de lidar, mais humana... já disse que odeio esses hormônios?
4. O peito cresce e dói (o que aumenta meu pé atrás nessa história de começar a produzir leite... simplesmente não faz sentido). A bunda cresce. A barriga cresce. Mas é claro que tudo cresce nesse primeiro estágio apenas para que as pessoas achem que você está gorda e não grávida. Fui tentar fazer uso da fila preferencial e tive que ficar aguentando aqueles olhares de "a quem você quer enganar". Já falei que a gente fica mais sensível, né?
5. Fila preferencial! taí uma coisa que não é só boa quanto necessária. Se nessas 20 semanas (só faltam mais 20!) de gravidez eu já vejo utilidade na fila, imagina quando eu não estiver mais enxergando meus pezinhos? Ficar sentada o tempo todo me faz ficar inchada, assim como ficar em pé. Quer dizer, a melhor opção é deitada. Só que pobre é o cão, né minha gente? Tem que trabalhar...
Por hoje é só. Contem sempre comigo quando precisarem desmistificar fatos da vida.
PS: Bebê... se um dia você ler isso saiba que mamãe te ama, viu meu gremlinzinho fofo!
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Rock and Roll Lulaby
Sei que vou ter que me render a XSPB 100, Galinha pintadinha e afins... mas a primeira compra de dvd para bebê foi Pato Fu. Para ele saber que Minas tem bandas legais e rock and roll é divertido!
BBB
Agora minha gente eu vou assistir o BBB. Apesar de achar essa edição um porre eu não posso perder a eliminação. Pelo menos isso, né? #beijomeliga
A Hard Day's Night
Pensando aqui como eu deveria começar... talvez pelo começo né? Ou pelo menos o começo dessa história que é justamente quando eu descobri que estava grávida.
O plano era: eu emagreço meus quilinhos extras para poder engravidar e conseguir carregar minha barriga para cima e para baixo sem grandes problemas. Uma coisa é você carregar 10, 15 quilos a mais. Outra coisa é carregar esses 10, 15 quilos e mais os outros 15 quilos que eu já estava acima (casamento me deixou mais preguiçosa que o normal). Apesar dos meus 1,80 eu tenho um pezinho tamanho 38 - 39. Coisa demais para ele, tadinho.
Estava indo tudo muito bem, mas eu notei que estava faltando algo em minha vida. Controlada do jeito que sou era batata que eu ia notar que minha menstruação estava um tanto atrasada. Mas como eu já tinha tido atrasos nos meses anteriores e Thiago já estava me achando uma doida neurótica, decidi não me preocupar... Até que no dia 4 de novembro (agora estou lembrando... será que eu liguei para a Giovana dando os parabéns?? se não, feliz aniversário flor!), sexta-feira, eu voltando da Aberje resolvi passar na farmácia e comprar um exame. Naquela mesma noite tive a notícia de que o Tiaguinho e a Nubia estavam "grávidos" e ai que eu pensei comigo mesma que não valia a pena comentar nada com o Thiago porque, vai que era só alarme falso, né? Fui dormir e no dia seguinte lá estou eu às 6h da manhã fazendo xixi no potinho. Alguns minutos depois apareceu o primeiro risquinho e eu pensei "alarme falso". Só que... opa! perai... tem um outro risquinho ai na parada... Uai gente... tô grávida, pensei.
Ai eu não me contive e liguei para o Thiago né? Difícil foi acordar a criatura. Notícia dada, combinamos que iriamos fazer o exame de sangue e só depois definir se contariamos ou não para o resto do mundo.
Voltei para Paracatu, segunda chegou. Fiz o exame e voltando do trabalho encontro o Thiago no ponto do ônibus me esperando (nunca faz isso, diga-se de passagem) com o exame na mão. Uai gente... não é que eu tô grávida mesmo, pensei.
O engraçado nessa história (ou meio trágico também) é que eu me lembrava da minha última menstruação sendo em setembro, especificamente lá pelo dia 2. O exame tinha dado que eu estava entre a 3ª - 4ª semana, mas pelos meus cálculos eu já deveria estar mais avançada. No dia 17 de novembro eu fiz o ultrasom que apontou que estava na 5ª semana e 6 dias (com variação de 3 dias). Sem presença de corpo lúteo (que eu descobri que era essencial para a gravidez) e sem batimentos cardíacos. Ou eu tinha errado a data da minha última menstruação ou eu tinha tido um aborto. Como chorei nesse dia. Bati no consultório da ginecologista que me pedia para manter a calma (como assim calma minha senhora? eu posso estar carregando uma criança morta dentro de mim... como assim calma?) e ela me passou progesterona para "segurar" o bebê caso eu tivesse errado os cálculos (sem presença de corpo lúteo, lembra?).
Tive que esperar uma semana para tirar a prova. E no dia 24 de novembro apareceu lá, 6ª semana, 6 dias e o tum tum acelerado do meu bebê. Só de me lembrar eu me emociono... Malditos hormônios! virei uma Maria chorona (além de uma incompetente com datas e números, mas nada de novidade nesse caso).
Decidimos não contar nada para ninguém porque... já viu né? Eu tive que manter a progesterona porque o corpo lúteo nunca deu as caras e se alguma coisa acontecesse eu não ia suportar as pessoas chegando para mim para dizer que lamentavam a minha perda. O risco de eu ser grossa era grande. O risco de eu não segurar a onda era grande. Melhor ficar calada. Contei para quatro pessoas: minha prima/irmã para ter conselhos médicos, Giovana e Gil porque sou linguaruda e Fadwa porque chefe tem que saber dessas coisas né? Vai que eu precisasse sair da empresa para fazer algum exame ou coisa do gênero?
Então foi isso... e repensando nesses dias que se passaram eu fico aqui pensando que meus temores e angústias de mãe só começaram. #medo
O plano era: eu emagreço meus quilinhos extras para poder engravidar e conseguir carregar minha barriga para cima e para baixo sem grandes problemas. Uma coisa é você carregar 10, 15 quilos a mais. Outra coisa é carregar esses 10, 15 quilos e mais os outros 15 quilos que eu já estava acima (casamento me deixou mais preguiçosa que o normal). Apesar dos meus 1,80 eu tenho um pezinho tamanho 38 - 39. Coisa demais para ele, tadinho.
Estava indo tudo muito bem, mas eu notei que estava faltando algo em minha vida. Controlada do jeito que sou era batata que eu ia notar que minha menstruação estava um tanto atrasada. Mas como eu já tinha tido atrasos nos meses anteriores e Thiago já estava me achando uma doida neurótica, decidi não me preocupar... Até que no dia 4 de novembro (agora estou lembrando... será que eu liguei para a Giovana dando os parabéns?? se não, feliz aniversário flor!), sexta-feira, eu voltando da Aberje resolvi passar na farmácia e comprar um exame. Naquela mesma noite tive a notícia de que o Tiaguinho e a Nubia estavam "grávidos" e ai que eu pensei comigo mesma que não valia a pena comentar nada com o Thiago porque, vai que era só alarme falso, né? Fui dormir e no dia seguinte lá estou eu às 6h da manhã fazendo xixi no potinho. Alguns minutos depois apareceu o primeiro risquinho e eu pensei "alarme falso". Só que... opa! perai... tem um outro risquinho ai na parada... Uai gente... tô grávida, pensei.
Ai eu não me contive e liguei para o Thiago né? Difícil foi acordar a criatura. Notícia dada, combinamos que iriamos fazer o exame de sangue e só depois definir se contariamos ou não para o resto do mundo.
Voltei para Paracatu, segunda chegou. Fiz o exame e voltando do trabalho encontro o Thiago no ponto do ônibus me esperando (nunca faz isso, diga-se de passagem) com o exame na mão. Uai gente... não é que eu tô grávida mesmo, pensei.
O engraçado nessa história (ou meio trágico também) é que eu me lembrava da minha última menstruação sendo em setembro, especificamente lá pelo dia 2. O exame tinha dado que eu estava entre a 3ª - 4ª semana, mas pelos meus cálculos eu já deveria estar mais avançada. No dia 17 de novembro eu fiz o ultrasom que apontou que estava na 5ª semana e 6 dias (com variação de 3 dias). Sem presença de corpo lúteo (que eu descobri que era essencial para a gravidez) e sem batimentos cardíacos. Ou eu tinha errado a data da minha última menstruação ou eu tinha tido um aborto. Como chorei nesse dia. Bati no consultório da ginecologista que me pedia para manter a calma (como assim calma minha senhora? eu posso estar carregando uma criança morta dentro de mim... como assim calma?) e ela me passou progesterona para "segurar" o bebê caso eu tivesse errado os cálculos (sem presença de corpo lúteo, lembra?).
Tive que esperar uma semana para tirar a prova. E no dia 24 de novembro apareceu lá, 6ª semana, 6 dias e o tum tum acelerado do meu bebê. Só de me lembrar eu me emociono... Malditos hormônios! virei uma Maria chorona (além de uma incompetente com datas e números, mas nada de novidade nesse caso).
Decidimos não contar nada para ninguém porque... já viu né? Eu tive que manter a progesterona porque o corpo lúteo nunca deu as caras e se alguma coisa acontecesse eu não ia suportar as pessoas chegando para mim para dizer que lamentavam a minha perda. O risco de eu ser grossa era grande. O risco de eu não segurar a onda era grande. Melhor ficar calada. Contei para quatro pessoas: minha prima/irmã para ter conselhos médicos, Giovana e Gil porque sou linguaruda e Fadwa porque chefe tem que saber dessas coisas né? Vai que eu precisasse sair da empresa para fazer algum exame ou coisa do gênero?
Então foi isso... e repensando nesses dias que se passaram eu fico aqui pensando que meus temores e angústias de mãe só começaram. #medo
The Beggining
Então... uma coisa boa dessas minhas andanças pelo mundo afora é que eu acabei fazendo amigos em vários lugares diferentes. Uns mais presentes que outros, mas sempre amigos! Infelizmente eu tenho uma dificuldade incrível de me relacionar por telefone ou mesmo visitas ocasionais. Sendo assim, amigos que um dia estiverem estiveram presentes 24x7, hoje andam um pouco sumidos... Mas, quem me conhece de verdade sabe que mesmo com a distância e com ausência eles tem um lugar cativo no meu coração... e sempre terão. E por causa de alguns pedidos desses bons amigos e também por achar que pode ser divertido (ou extremamente embaraçoso) para meu filho ler como foram seus primeiros momentos de vida, decidi fazer um blog. Pode ser que eu desista no meio do caminho, mas espero manter o pique pelos próximos meses... Veremos!
Então, leitores queridos e quem sabe, meu filho. Não se assustem com algumas posições ou mesmo expressões que eu venha a usar. Todas elas serão escritas com amor! Por isso posso chamar meu pequeno de Gremlin, monstrinho ou meu pequeno alien. Se preocupem apenas se eu chamá-lo de meu querido... algo com certeza não estará indo muito bem em nossa relação... :)
Então, leitores queridos e quem sabe, meu filho. Não se assustem com algumas posições ou mesmo expressões que eu venha a usar. Todas elas serão escritas com amor! Por isso posso chamar meu pequeno de Gremlin, monstrinho ou meu pequeno alien. Se preocupem apenas se eu chamá-lo de meu querido... algo com certeza não estará indo muito bem em nossa relação... :)
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